22 de set de 2009

PROMESSAS DE DEUS

Por um ato de amor Deus criou o homem à sua imagem e semelhança(Gn 1,26) para conhecê-LO, servi-LO e venerá-LO. Após a queda do homem pelo pecado da desobediência a Deus, por amor ao homem Deus fez um plano de salvação pelo qual promete-lhe paz e alegria na Terra e felicidade eterna no Reino dos Céus. "Deus cumpre suas promessas. Ele revelou-se a Israel como aquele que é rico em amor e fidelidade"(Ex 34,6). Nosso Deus "é verdadeiramente um Deus fiel, que guarda a sua aliança e a sua misericórdia para com aqueles que O amam e observam os seus mandamentos"(Dt 7,9). "Sim, Senhor Deus, tuas palavras são verdade"(2Sm 7,28).

Eis, a seguir, algumas das promessas de Deus ao homem, expressas por seus canais: os profetas, o seu santíssimo Filho Jesus e seus apóstolos.



As promessas nas alianças: depois da queda, Deus prometeu ao homem a salvação e ofereceu-lhe sua aliança(Gn 3,15; CIC 70);



Aliança com Noé, depois do dilúvio: "Nenhuma criatura será mais destruída pelas águas do dilúvio, e não haverá mais dilúvio para devastar a Terra"(Gn 9,9-17);



Aliança com Abraão: Deus fez Abraão pai de uma multidão de nações(Gn 17,5) e prometeu: "Em ti serão abençoadas todas as nações da Terra"(Gn 12,3);



Aliança com os filhos de Jacó: "Meu espírito que sobre ti repousa, e minhas palavras que coloquei em tua boca não deixarão teus lábios nem os de teus filhos, nem os de seus descendentes(...), desde agora e para sempre"(Is 59,21; Rom 11,27);



Aliança com Moisés: promessa de libertação e de posse da terra(Êx 3,8);



Aliança com David: promessa de reino eterno e de numerosa descendência(2Sm 7,5-16);



Deus promete não nos desamparar:



"Não te deixarei nem te desampararei"(Deut 31,6);



"Eu estarei contigo"(Ex 3,12);



Deus promete ajudar na nossa conversão:



"Dar-vos-ei um coração novo e em vós porei um espírito novo: tirar-vos-ei do peito o coração de pedra e dar-vos-ei um coração de carne. Dentro de vós meterei meu espírito, fazendo com que obedeçais às minhas leis e sigais e observeis os meus preceitos"(Ez 36,26-27);



"Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouve a minha voz e abre a porta, cearei com ele e ele comigo"(Ap 3,20)



Deus nos promete bonança e segurança: "Se seguirdes minhas leis e guardardes os meus preceitos e os praticardes eu vos darei as chuvas nos seus tempos(...) e habitareis em segurança a vossa terra(...). Andarei entre vós: serei o vosso Deus e vós sereis o meu povo"(Lv 26,3.12);



Deus promete nos tratar com piedade: "Não executarei o ardor de minha ira(...) porque sou Deus e não homem"(Os 11,9);



aos que O têm no coração Deus permite apreciar toda a sua beleza: "Farei passar diante de ti toda a minha beleza..." (Êx 33,18-19);



Deus promete dar-nos o Espírito Santo: "Que o homem de boa vontade receba, gratuitamente, da água da vida"(Ap 22,17);


Deus nos promete amor eterno: "Mesmo que as montanhas oscilassem e as colinas se abalassem, jamais meu amor te abandonará"(Is 54,10);


Deus nos promete a salvação:



"Ao vencedor darei de comer(do fruto) da árvore da vida que se acha no paraíso(...) e o maná escondido"(Ap 2,7.17);



"Todo aquele que crê em Jesus terá a vida eterna e ressuscitará no último dia"(Jo 6,39-40);



"Voltai-vos para mim e sereis salvos"(Is 45,22);



"(...) Não mais me lembrarei de seus pecados e de suas iniquidades"(Hb 10,16-17);



"Não há nenhuma condenação para aqueles que estão em Jesus Cristo"(Rom 8,1);



"Deus amou tanto o mundo, que enviou o seu Filho único...não para condenar o mundo, mas para que o mundo se salve"(Jo 3,16-17);



"Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância"(Jo 10,10);



"A promessa é para vocês e seus filhos e para todos os que estão longe, para todos quantos o Senhor, nosso Deus, chamar"(At 2,39)


10.Deus promete aliviar nossos sofrimentos:



"Deus lhes enxugará todas as lágrimas de seus olhos"(Ap 21,4);



"São numerosas as tribulações do justo mas de todas o livra o Senhor"(Sal 33,20);



"Confia ao Senhor a tua sorte, espera nele e ele agirá"(Sal 36,5);



"Põe a tua confiança no Senhor e segue os seus caminhos. Ele te exaltará e possuirás a Terra"(Sal 36,34);


11.Deus promete levantar-nos nas nossas quedas: "O Senhor torna firmes os passos do homem e aprova os seus caminhos. E ainda que caia, não ficará prostrado, porque o Senhor o sustenta pela mão"(Sal 36,23-24);


12.Deus promete nos presentear com o melhor presente: "Coisas que os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram, nem o coração humano imaginou, tais são os bens que Deus tem preparado para aqueles que O amam"(1Co 2,9);


13.Jesus nos promete o reino dos céus e todas as coisas, por acréscimo: "Buscai, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça, e todas as coisas vos serão acrescentadas"(Mt 6,31-33);


14.Jesus nos promete a vida eterna: "Eu sou o pão da vida"(Jo 6,35). "Quem come deste pão vive eternamente"(Jo 6,51);


15.Jesus promete alívio para nossas aflições :"Vinde a mim, vós todos que estais aflitos sob o fardo, e eu vos aliviarei...e achareis o repouso para as vossas almas"(Mt 11, 28-30);


16.Jesus promete amar aos que O amam: "Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu o amarei, e manifestar-me-ei nele"(Jo 14,21);


17.Jesus promete viver em nós:



"Se alguém me ama guardará a minha palavra e meu Pai o amará, e nós viremos a ele e nele faremos nossa morada"(Jo 14,23);



"Eu sou a videira, vós os ramos. Permanecei em mim e eu permanecerei em vós"(Jo 15,4-5);


18.Jesus promete dar sentido a nossa vida:



"Eu sou a luz do mundo; aquele que me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida"(Jo 8,12);


"Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim"(Jo 14,6);


19.Jesus promete nos dar tudo que pedimos a ele: "Se permanecerdes em mim...pedireis tudo o que quiserdes e vos será feito"(Jo 15,7);


20.Jesus promete ser para nós um verdadeiro pai: "Serei para vós um pai e sereis para mim filhos e filhas"(2Co 6,18);


21.Jesus promete nunca nos abandonar: "Eis que estou convosco todos os dias até o fim dos tempos"(Mt 28,20);


22.Jesus promete voltar para nós: "Não vos deixarei órfãos. Voltarei a vós"(Jo 14,18). "...Hei de ver-vos outra vez e vosso coração se alegrará e ninguém vos tirará a vossa alegria"(Jo 16,22);


23.Jesus promete nos libertar da escravidão do pecado: "Em verdade vos digo, todo homem que se entrega ao pecado é seu escravo. Se permanecerdes na minha palavra, conhecereis a verdade e a verdade vos libertará"(Jo 8,32.34);


24.Jesus promete estar presente quando estamos unidos em oração: "Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, aí estarei eu no meio deles"(Mt 18,19-20);


25.Jesus promete enviar o Espírito Santo para ajudar na nossa aprendizagem: "Descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força"(At 1,8); "O Espírito da Verdade ficará eternamente convosco...e vos ensinará todas as coisas"(Jo 14,16.26);


26.No juízo final, Jesus promete o céu aos bons e o inferno aos maus: "Direi aos bons: "vinde benditos de meu Pai, tomai posse do Reino..."(Mt 25,34) e aos maus direi: "Afastai-vos de mim, malditos, ide para o fogo eterno..."(Mt 25,41)

8 de set de 2009

DEUS É FIEL

"Se não formos fiéis, Cristo continua fiel porque ele não pode ser falso a si mesmo" (2 Tm 2:13).

Está na moda dizer: "Deus é fiel!" (1 Co 10:13). Lemos a frase em adesivos nos carros, em pórticos e até no jardim da casa do pastor! Decerto o cristão não a usa como amuleto, mas para lembrar-se da fiel promessa: Deus é fiel.

Fidelidade é um atributo essencial da natureza de Deus. Ele não pode negar-Se a Si mesmo. Lemos na Palavra que, "não tendo por quem jurar... jurou por si mesmo" – como forma de dar uma garantia a Abraão da Sua promessa.

A fidelidade de Deus é um fato incontestável. Esta faceta do caráter imutável de Deus é fundamental para o nosso relacionamento com Ele. Um precioso amigo nosso, em meio a uma grande provação, afirmou: "Confio em Deus incondicionalmente, pois Ele enxerga até mesmo no escuro!". E ele passava por um desses "vales da sombra da morte" – quando não se vê a luz no fim do túnel. Lembro-me quando passamos por uma experiência familiar difícil, que, mais uma vez, nos assegurou tal fato: Deus é fiel! E Ele não muda.

Em certo trecho da história de José, uma das mais encantadoras da Bíblia, lemos o seguinte: "Vós, na verdade intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem..." (Gn 50:20). Esta é uma característica da fidelidade de Deus que ultrapassa a lógica humana: ela transforma os fatores negativos como inveja, traição, doença e até a morte em bênçãos na vida daqueles que amam ao Senhor.

O tempo vai nos ensinando que "mesmo se formos infiéis, ele permanece fiel" (2 Tm 2:13). Deus não pode mudar o que Ele sempre foi e sempre será: FIEL!.

Pensamento: A fidelidade de Deus independe das circunstâncias e do tempo: ela é inabalável.

Oração: Obrigado, Senhor, pela Tua fidelidade a mim, mesmo quando sou infiel. Em nome de Jesus, amém.

Leitura: Marcos 11:15-33 – 1 Reis 2 – Oséias 5:4-15



"DEUS É BOM E SUA MISERICÓRDIA
DURA PARA SEMPRE"

20 de ago de 2009

O QUE É TORAH!

A palavra Torah , traduzida por lei, significa propriamente uma direção, que era primitivamente ritual. Usa-se o termo, nas Escrituras, em diversas acepções, segundo o fim e conexão da passagem em que ele ocorre. Por exemplo, algumas vezes designa a revelada vontade de Deus (Sl 1.2; 19.7; 119; Is 8.20; 42.12; Jr 31.33). Também significa a instituição mosaica, como distinta do Evangelho (Mt 11.13; 12,5; Jo 1.17; At 25.8), e por isso freqüentes vezes se considera a lei de Moisés como sendo a religião dos judeus (Mt 5.17; Hb 9.19; 10.28). Outras vezes, num sentido mais restrito, significa as observâncias rituais ou cerimoniais da religião judaica (Ef 2.15; Hb 10.1). É neste ponto de vista que o apóstolo Paulo afirma que "ninguém será justificado diante dele por obras da lei" (Rm 3.20). A "lei gravada nos seus corações", que Paulo menciona em Rm 2.15, é o juízo do que é mau e do que é justo, e que na consciência de cada homem Deus implantou.

Principio Predominante da Lei


O princípio predominante da lei era a teocracia. O próprio Senhor era considerado como Rei; as lei foram por Ele dadas; o tabernáculo (e depois templo) era considerado como Sua habitação; ali houve visíveis manifestações da Sua glória; ali revelou a Sua vontade; era ali oferecido o pão todos os sábados; ali recebeu o Seus ministros, e exerceu funções de Soberano. Com Deus tinha relação a paz e a guerra, questões estas determinadas sob todos os governos pela suprema autoridade (Dt 1.41,42; Js 10.40; Jz 1.1,2; 1Rs 12.24). A idolatria era uma traição. Por conseqüência, em relação aos judeus, era Jeová ao mesmo tempo Deus e Rei. A teocracia tinha as suas externas manifestações. Deste modo, o tabernáculo, onde se realizou o culto público desde o Êxodo até ao reinado de Salomão, era não só o templo de Deus, mas também o palácio do Rei invisível. Era a "Sua santa habitação"; era o lugar em que encontrava o Seu povo e com ele tinha comunhão, sendo portanto "o tabernáculo da congregação". Depois do tabernáculo veio o templo, harmonizando-se suntuosidade do edifício e os seus serviços com as determinações divinas, e com o aumentado poder da nação. Mas o Senhor, como Rei, não só tinha o Seu palácio, mas também tinha os Seus ministros e funcionários do Estado. Sacerdotes e Levitas eram apartados para o Seu serviço. Este governo de Deus era reconhecido por meio dos sacrifícios de várias espécies, realizados sob condições cuidadosamente definidas, exprimindo a propriciação, consagração e comunhão. Os direitos divinos eram ainda reconhecidos por meio de certas festividades, que na sua variedade eram o sábado de todas as semanas, as três grandes festas anuais, o ano sabático, e além disso o jubileu, tudo isto levado a efeito com os seus fins espirituais e morais.As especificadas determinações promulgadas em nome de Deus alcançavam plenamente a vida individual e nacional, mas não foi tudo decretado duma só vez e num só lugar. Houve ordenações feitas no Egito (Ex 12 e 13); no Sinai (Ex 19 e 20); em Parã (Nm 15.1); e nas planícies de Moabe (Dt 1.5). As enunciações vinham por vezes do tabernáculo (Lv 1.1).Que as prescrições da Lei tinham caído em desuso, pode provar-se não só pela decadência da religião e da moral no tempo dos reis, porém mais particularmente pela descobertas, no 18º ano do rei Josias, do "livro da Lei na casa do Senhor" (2Rs 22.8), e pelas reformas que se seguiram.O sumário das ordenanças desta Lei formava para toda a nação um código que, embora rigoroso, era salutar (Ne 9.13; Ez 20.11; Rm 7.12), e além disso agradável a uma mentalidade reta (Sl 119.97 a 100).
 
©2009 Adila. .